Arquivo mensal abril 2017

porWemerson Marinho

Como ser parte da Solução de um Problema

Problemas existem para serem solucionados. Eles surgem das mais inesperadas situações. Alguns podem ou poderiam ter sido evitados se certas precauções tivessem sido tomadas. Independentemente do agente causador do problema ou do quão grande seja, encontrar uma solução é responsabilidade de alguém, pois dificilmente se resolverá sozinho.

Mesmo que seu perfil não seja o de um solucionador de encrencas, é gratificante e até edificante para a pessoa equacionar uma situação difícil. Ela sai mais motivada, orgulhosa e confiante. Os problemas nos ajudam a evoluir, a superar nossos pensamentos limitantes e gerar em nós a energia da proatividade.

Em um laboratório de análises clínicas, um problema surgiu devido ao erro de alguém e uma senhora não poderia mais realizar o exame na data marcada. Ela tentou explicar às recepcionistas que precisava dele com urgência. Sem encontrar empatia ou sequer boa vontade por parte das moças que insistiam em dizer que não era possível resolver, ela começou a se exaltar. Nisso veio uma outra funcionária, escutou o que estava acontecendo, foi até ao médico e trouxe a solução. O médico iria atende-la no outro dia como encaixe no horário que fosse melhor para ela.

Casos como esses acontecem diariamente em muitas empresas e por não terem funcionários treinados para serem a solução e não o problema a insatisfação aumenta, as emoções explodem e o caso que poderia ter sido resolvido com boa vontade ou treinamento adequado acaba se tornando um vulcão que explode em críticas e má imagem para a empresa.

Fui embora e acabei por não elogiar a conduta proativa e profissional da moça. Mas, dessa história podemos extrair algumas dicas de como ser parte da solução e não do problema.

1ª.  Entenda o problema

A postura da jovem de escutar atentamente (e silenciosamente) o problema, sem tentar se intrometer para “ajudar” suas colegas, foi de vital importância para amenizar as emoções. Ela se colocou no lugar da senhora com empatia, ao invés de culpá-la. Não ignorou o problema ou deixou para lá. Em vez disso, assumiu a responsabilidade e buscou uma solução. Teve também boa vontade, porque ali não era seu setor.

2ª. Veja se você pode ajudar

É sempre bom querer ajudar, mas devemos ter o bom senso de saber quando nossa ajuda irá atrapalhar. Nesses casos é melhor não fazer nada. Se pelo contrário você sentir que pode ajudar em pelo menos alguma parte, então tome o primeiro passo, tenha coragem de usar sua proatividade e se ofereça para fazer parte da solução.

Se você sabe que pode ajudar e sabe como, simplesmente faça. Há problemas que por sua grandeza vão exigir um pouco mais de esforço e auxílio de outras pessoas, por isso também é importante pedir ajuda.

3ª.  Procure quem pode resolver

Não se limite a aceitar a situação como insuperável. Sempre há alguém que pode dar uma ajuda ou iluminar a questão. Portanto, vá atrás de quem possa resolver. E mesmo que a pessoa saiba como resolver um problema, certas situações exigem a autorização de alguém com maiores poderes dentro da organização. Às vezes, tomar a iniciativa sem antes falar com a pessoa certa pode causar um risco e um futuro problema para quem tenta solucionar a questão, por isso a comunicação é sempre importante. Explique o caso e ouça com atenção.

4ª.  Encontre a solução

Pode ocorrer que a pessoa que tenha a autoridade de resolver um problema não tenha em mente a maneira ou a forma de como ele pode ser resolvido. Nesse caso você pode apresentar suas sugestões e deixar que ele decida o que é melhor a ser feito. Se ainda assim ele não conseguir pensar em uma solução, você pode perguntar se ele permite que você resolva do seu jeito. Afinal uma solução ainda que não seja a mais ideal é melhor que solução nenhuma.

5ª.  Se não conseguir solução, não critique

Se apesar dos seus esforços e da sua boa vontade não for possível elucidar o problema, o melhor a fazer é permanecer de forma neutra e não ficar criticando as pessoas e a situação que o geraram. Chorar o leite derramado ou comentar sem utilidade as condutas das pessoas para outros, não vai acrescentar em nada. Tal atitude de crítica e fofoca vão ter o efeito contrário e gerarão ainda mais insatisfação no ambiente de trabalho. Só discutimos e criticamos para que as atitudes não se repitam e para que o problema seja resolvido. Se não temos uma solução a oferecer, melhor ficarmos calados.

6ª.  Não aumente o problema. Foque na solução

É comum também quando estamos analisando ou discutindo um problema irmos além do que é necessário, ou seja, começamos a levantar causas mais profundas para os problemas, buscamos motivos e traçamos sua origem desde os primórdios da raça humana, da situação do país, da educação etc. Não perca tempo, foque no principal: resolver.

A solução em geral está mais perto do que se imagina e uma das melhores formas de encontrá-la é pensando nela, não no problema. Qual seria a solução? Como podemos entrar em um acordo para atender a ambos? Fazer as perguntas certas e de formas positivas tira o foco do problema e ajuda nas respostas.

7ª.  Saiba apresentar a solução usando o rapport

Quando a solução do problema for encontrada não basta apenas apresentá-la de pronto, porque dependendo do estado emocional em que os envolvidos se encontram qualquer ideia boa será mal recebida. Precisamos usar o jeitinho especial que usamos quando queremos convencer alguém de algo. Para isso usamos o “Rapport”, que é uma técnica poderosa de persuasão para criar uma ligação de empatia com outra pessoa.

Quando a pessoa se sente ouvida e compreendida em suas aflições, fica mais fácil de conduzi-la a normalidade e bom senso. Só depois de estabelecida essa ligação, a ideia da solução pode ser apresentada e aceita de forma mais fácil pela pessoa. Usar perguntas é um modo eficaz de condução: “E se fizéssemos dessa maneira?”. “Se pudéssemos mudar isso será que resolveria?”. O importante é fazer a pessoa participar do processo de solução sem que ela sinta que algo está sendo imposto.

De certa forma temos que agradecer pelos problemas que surgem, pois eles nos dão uma grande oportunidade de exercitarmos nossa proatividade e nossa capacidade de criar soluções. Para evoluirmos como profissionais e como pessoas temos que superar nossos limites e pensar fora do quadrado. Prontifique-se a solucionar um problema da próxima vez, sem esquecer que o importante é saber como ajudar, para que não sejamos nós parte do problema e sim da solução.

Alexandre Rodrigues
porWemerson Marinho

Peter Drucker, o pai da administração moderna

Quem foi Peter Drucker?

Peter Drucker, nasceu em 1909, em Viena, na Áustria. Seus conhecimentos sobre a ciência da administração teve início ainda com seus pais, que costumavam realizar encontros com famosos personagens políticos e econômicos da época. Quando adulto, formou-se em Frankfurt, na Alemanha, onde realizou o doutorado em Direito Público Internacional na universidade da cidade. Com o tempo, passou a viver em Londres onde trabalhou como economista e jornalista durante anos. Em 1937, mudou-se para os Estados Unidos, atuando como correspondente do jornal de economia Financial Times.

Por fim, em 1971, ingressou como professor na Claremont Graduate University, onde lecionou por 30 anos. Peter Drucker foi um renomado escritor, professor e consultor administrativo. Considerado por muitos, o pai da administração moderna, ele era o autor mais reconhecido dentre os que estudavam os efeitos da globalização na economia em geral e em particular nas organizações. Drucker enxergava a administração de empresas como uma ciência que trata das pessoas nas organizações e também como a principal ferramenta da sociedade moderna. Seu estilo era único e foi considerado o seu mais importante diferencial.
A importância de Peter Drucker para a administração

Peter Drucker não é considerado o pai da administração moderna à toa. O seu legado nessa área de estudo é extraordinário. Drucker teve uma longa e extensa carreira como especialista em gestão e negócios, escrevendo ao todo mais de 30 livros, que juntos desencadearam uma revolução única na maneira de gerir uma organização. Ele introduziu aos negócios a ideia de descentralização, invertendo a forma que os líderes enxergavam os trabalhadores.

Ao definir a administração de empresas, como uma disciplina, Peter Drucker a declarou como uma ciência prática e humanista, a qual não se restringia apenas às questões corporativas, mas que procurava englobar fundamentos da teoria política, psicológica, filosófica, econômica, histórica, matemática, entre outras. Drucker se descrevia como um “ecologista social”, que extraía conhecimento da observação humana e afirmava que as teorias não tinham vida sem a perspicácia da comunicação.

Ao longo de mais de 70 anos, as contribuições de Drucker influenciaram milhares de pessoas, incluindo grandes nomes da atualidade. Bill Gates (fundador da Microsoft) e Henry Ford (fundador da Ford Motors), foram alguns dos nomes que encontraram nos livros do economista austríaco inspiração para compreender as tendências da economia mundial. Dentre suas principais obras, destacam-se os livros Administrando em Tempos de Grandes Mudanças, Tecnologia, Administração e Sociedade, O Executivo Efetivo e Administrando para o futuro. Até hoje, suas teorias são consideradas divisores de águas na administração.

Estilo de abordagem e a Administração Neoclássica de Drucker

O autor costumava dizer que suas obras não possuíam validade de longo prazo, mas que o mais importante era o modo como procurava se comunicar com as pessoas. Drucker afirmava ainda que a empresa que conseguia vender seus produtos e serviços para o cliente certo, no momento ideal, na medida adequada e ao preço correto, teria seus esforços de venda reduzidos, pois o processo atingiria um nível automático, uma vez que a demanda foi devidamente equacionada e trabalhada.Considerados por muitos o maior guru da administração moderna, pode-se afirmar que não existe teoria da administração atual que não tenha origem nas obras de Peter Drucker. Ele trabalhou de maneira minuciosa os possíveis cenários de negócios, sendo influenciado pela análise das tendências mais marcantes e pelos resultados lógicos conforme apresentavam semelhanças com acontecimentos já ocorridos na história.Peter Drucker nos trouxe uma das suas mais impressionantes ideias no livro Administração na próxima sociedade, onde expunha que teremos um aumento da mobilidade social a partir do acesso à educação formal. Outro ponto interessante de sua teoria era a existência de duas forças distintas de trabalho, as de pessoas abaixo e acima de 50 anos. Drucker também iniciou o conceito de reprivatizações, que significava a privatização dos serviços públicos com o intuito de reduzir a burocracia atrelados à eles.

Conclusão – Peter Drucker, o pai da administração moderna
De maneira resumida, Peter Drucker enxergava a administração como uma ciência interligada à diversas matérias, das quais extraía conhecimentos valiosos que agregavam aos mais diversos âmbitos da disciplina. No auge da popularidade e também em uma de suas frases mais icônicas, afirmou que nenhuma instituição poderia sobreviver se precisasse apenas de gênios para serem administradas, pois toda organização deveria estar organizada ao ponto de ser capaz de seguir em frente sob uma liderança composta de seres humanos com conhecimentos e personalidades diferentes.

Além dos principais conceitos citados ao longo do texto, Drucker também introduziu no mundo moderno a administração por objetivos, que era caracterizada como um método otimizado de planejamento e avaliação, baseado em fatores quantitativos. O autor foi uma pessoa além de seu tempo, inovando e reforçando a necessidade de nos concentrarmos nas oportunidades que aparecem, e não nos eventuais problemas que surgem. Hoje em dia, as noções ensinadas por Peter Drucker podem parecer obviedades para alguns estudantes de administração, mas não era assim quando ele começou a escrever por volta da década de 40.

Até a próxima pessoal!

Source: Administração

porWemerson Marinho

7 erros cruciais que fazem um líder cair

Os principais erros cometidos por um líder

Nos dias de hoje, é quase certo dizer que metade das pessoas que trabalham, já tiveram problemas com seus chefes (atuais ou ex). Você provavelmente também já deve ter escutado a afirmação de que as pessoas se demitem de seus chefes e não das empresas em que trabalham, certo? E o mais preocupante é que isso é muito mais comum do que se imagina. Infelizmente a maioria dos líderes atuais não pensam em gestão estratégica, eles passam a maior parte de seu tempo “apagando incêndios” ou resolvendo problemas do seu dia a dia. 

Dessa forma, é fácil imaginarmos a rotina de um gestor, que ao invés de trabalhar o lado humano, fica apenas correndo atrás das metas não alcançadas, resolvendo problemas com os clientes, sem tempo hábil para gerir sua equipe da maneira correta. Com isso, pensar em gestão estratégica de equipes parece uma utopia. Existem diversos tipos de liderança, onde cada uma possui pontos positivos e negativos. Por isso, numa tentativa de minimizar o seu lado negativo, nós elencamos os sete erros mais comuns de um líder, ou seja, aqueles que você nunca deve cometer. Segue a lista:

#01. Não pensar antes de expor sua opinião. Sem dúvidas, um bom líder sabe ter prudência, ao mesmo tempo que é inteligente com suas palavras. Ele sabe ter o controle ideal, a fim de evitar que sua comunicação se volte contra si. Um líder inteligente, sabe expor suas ideias, evitando retóricas sem sentido e deixando de lado opiniões pessoais sobre os membros de sua equipe. Como já dizia o sábio Mahatma Gandhi, “aqueles que tem um grande autocontrole, ou que estão totalmente concentrados no trabalho, falam pouco. Palavras e ações juntas não andam bem. Repare na natureza: trabalha continuamente, mas em silêncio.”#02. Não dar feedback para seus colaboradores. Algumas pessoas até falam que saber como dar um feedback eficiente e eficaz chega a ser uma arte. No geral, o momento do feedback de um gestor para seu funcionário, pode variar entre diversos gêneros, como drama, suspense, ou até mesmo terror.  Por vezes, muitos feedbacks honestos podem acabar machucando, ou ferindo o ego da pessoa que está participando da sessão. Entretanto, para os líderes inteligentes, é fácil transformar essa angústia em alertas e dicas para que as pessoas aprendam de maneira construtiva com suas falhas e dificuldades. #03. Não desenvolver e capacitar sua equipe. Ser um bom comunicador faz parte do dia a dia de um líder. Por esse motivo, não tem como um estar preparado para desenvolver sua equipe, se este por sua vez não tiver boas habilidades interpessoais. É bastante comum o líder focar em demasia nos objetivos e metas da empresa, deixando de lado o ponto principal, que seria o desenvolvimento de seu time. Se o líder pensar de maneira inteligente, vai perceber que quanto mais capacitado seu time for, mais facilmente os objetivos e metas serão alcançados. Entenda o perfil de cada um, e extraia o melhor que possam oferecer. #04. Não cumprir as promessas que faz (resumindo, não ter palavra). É um tanto lamentável, mas inúmeros líderes enganam seus colaboradores com falsas promessas e ilusões de que situações irão melhorar. Essa atitude faz com que sua credibilidade fique arranhada para sempre, pois é muito difícil recuperar a confiança de alguém, principalmente, quando se trata de assuntos relacionados ao trabalho. Um líder inteligente sabe evitar agir como um manipulador, que propaga promessas sem nexo, transformando o ambiente de trabalho em um local motivado por impulsos enganosos. Evite agir como um hipócrita, simples assim. #05. Estar sempre indisponível, ou dificultar a comunicação. Um líder que nunca está disponível para os seus liderados é um problema, isso é fato. O líder precisa manter uma conexão contínua com sua equipe, claro que não significa que atenderá de imediato à todas as solicitações. Mas é necessário saber criar canais de comunicação e explicar as pessoas sobre como e quando usá-los. Lembre-se que o ato de delegar tarefas e cobrar resultados, deve trabalhar em conjunto com o de instruir e orientar. Permita que seus funcionários tragam ideias, que mostrem para você o que os clientes querem e deem sugestões. #06. Não saber motivar e engajar seus colaboradores. O ser humano é movido por desafios, pelo desejo de aprender algo novo, de fazer a diferença ou desenvolver talentos. Por isso, o líder deve saber aproveitar o sistema de metas e objetivos utilizados nas empresas, para recompensar sua equipe com bônus, promoções, entre outros prêmios. Se baseando sempre na meritocracia. Líderes que ignoram o merecimento de seus funcionários, acabam reduzindo muito o engajamento do time e consequentemente gerando possíveis pedidos de demissão. Um líder inteligente sabe demonstrar interesse verdadeiro nas experiências pessoais dos indivíduos. #07. Não possuir conhecimento técnico da própria área. É necessário ter bagagem e vivência de algumas situações profissionais para saber interpretar e identificar corretamente os cenários existentes de uma organização. Além disso, é fundamental ostentar a ciência específica da área, conhecendo amplamente os assuntos em questão para poder responder de maneira eficaz às múltiplas complexidades presentes. Essas duas abas permitirá que o raciocínio do líder seja mais ágil, eficiente e polivalente, fazendo com que o mesmo tenha um índice de acerto bem próximo da perfeição e uma capacidade singular de diagnosticar e sanar problemas.—–

Source: Administração

porWemerson Marinho

Brasil é o 9º país mais miserável do mundo

Segundo a Bloomberg, o Brasil atualmente é o nono país mais miserável do mundo

Olá administradores! Hoje, trazemos uma notícia um tanto problemática para o nosso país. Recentemente, a Bloomberg, uma das maiores agências de notícias do mundo, divulgou um ranking em que o Brasil aparece entre os 10 países mais pobres do mundo, conforme os critérios do Misery Index da própria Bloomberg. Em 9º lugar entre 65, o Brasil subiu uma posição em relação ao levantamento anterior, com um índice de miséria projetado para 2017 próximo dos 20 pontos. Para efeitos de comparação, em 2015, o Brasil estava na posição 11.

A métrica é bastante simples. Quanto maior o índice de pobreza, mais alta a posição no ranking. No entanto, como os índices apontados no ranking referentes ao ano corrente são previsões, eles podem sofrer alterações ao longo do ano. Como exemplo, no ano passado, o índice projetado para a Argentina era de 39.9 e após a revisão, o índice saltou para 50.1, colocando o país atrás apenas da Venezuela. Já a Venezuela lidera com folga pelo terceiro ano seguido, com quase 500 pontos no índice.Na outra ponta está a Tailândia, que segundo a Bloomberg, a nação utiliza uma metodologia “particular” para medir o desemprego, o que sempre aponta para índices mais baixos. O levantamento soma os índices oficiais de inflação e desemprego para chegar próximo da relação real de pobreza dos países. Entre os primeiros 10 colocados, a proporção entre os países é bem distinta. Na Venezuela, por exemplo, o desemprego é um dos mais baixos, com uma taxa de 7,8%, enquanto a inflação atinge a marca de 491,9%. No Brasil, a inflação é ligeiramente inferior a 5%, enquanto a taxa de desemprego chega a 17%. 
Logo acima, estão Sérvia, Ucrânia, Espanha, Turquia, Grécia, Argentina e África do Sul. Mesmo se houver uma revisão no índice, o cenário não deve sofrer alterações significativas, pois esse foi o padrão dos últimos anos. Em 2015, quando a economia já demonstrava sinais de grande desgaste, o Brasil ficou em 11º. Os problemas econômicos e políticos de 2016 renderam uma revisão incisiva do índice, porém sem grandes efeitos (de 16.8 para 16.4). Já em 2017, mesmo com o aumento no número de desempregados, a inflação caminha para um maior controle, muito devido à queda no consumo.Confira abaixo os resultados dos primeiros colocados no ranking em 2016 e 2017. Para conferir os resultados completos, acesse aqui.
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Source: Administração

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