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porWemerson Marinho

5 coisas que te impedem de alcançar suas metas

Muitas pessoas costumam frequentemente definir as metas que pretendem alcançar nos meses ou até mesmo anos seguintes. O problema é que, em grande parte dos casos, elas não conseguem tirar as ideias do papel e colocar em prática tudo o que planejaram, seja para a vida pessoal, para a carreira ou para os negócios.

Mas como identificar o que está te atrapalhando a cumprir os seus objetivos? Para isso, separei algumas dicas que podem te ajudar a riscar os itens da lista. Confira:

– Ausência de uma meta clara e definida.

Isso pode parece ser um contra senso, mas é o erro mais comum. Apesar de acharem que têm uma meta, muitas pessoas criam apenas um sonho escrito no papel ou simplesmente um objetivo. A meta precisa ser, antes de tudo, uma ideia bem estruturada e específica para atingir um determinado objetivo. Sem clareza, a meta não sai do lugar!

– Definição de metas irreais.

Outro erro comum é definir metas que estão muito distantes e inacessíveis. É preciso pensar: será que o que eu quero é realmente possível neste momento, ou irei me frustrar por desejar algo distante da minha realidade?

– Falta de um plano de ação.

Para que a meta seja alcançada, é necessário construir um plano de ação claro, com passos específicos e com a definição de quais serão as tarefas necessárias para atingi-la. O plano de ação nada mais é do que o próximo passo, aquela coisinha pequena de 30 minutos, 1 hora, 2 horas que vai permitir que a meta aconteça. Lembre-se que você não faz a meta, você faz pequenas coisas que fazem a meta ser construída. 

– Falta de suporte das pessoas.

Uma meta, muitas vezes, não depende apenas de você – é preciso contar com a ajuda de outras pessoas ou o suporte de uma equipe. Por isso, é importante que você saiba delegar tarefas e trabalhar em grupo. O problema, em alguns casos, não é a falta de suporte, mas um suporte errado. Portanto, é preciso avaliar se o auxílio que você está recebendo é realmente útil, ou se deve buscar outras alternativas.

– Falta de conhecimento específico.

Para que você tenha sucesso e consiga alcançar todos os objetivos traçados, é essencial aprender a elaborar boas metas e entender o processo que está por trás disso. Nesse sentido, buscar conhecimento e compreender a metodologia da criação de metas são passos fundamentais para que você consiga finalmente tirá-las do papel. Por isso, pesquise, faça cursos, veja vídeos… Lembre-se que é o seu futuro que está em jogo!

Para te ajudar com conhecimento, vou deixar disponível o download gratuito do meu e-book Mindset Produtivo.

porWemerson Marinho

6 Maneiras Práticas de Aumentar sua Energia e Performance

O estresse parece ter tomado conta de grande parte dos ambientes de trabalho atualmente. Os trabalhadores modernos relatam serem apressados, depressivos e simplesmente cansados.

De acordo com um estudo da Organização Mundial de Saúde, o estresse no local de trabalho custa às empresas 300 bilhões de dólares por ano, o que equivale a mais de 1 TRILHÃO de reais. Valor surreal, né? Mas muito além dos custos financeiros, não podemos esquecer que tudo isso também nos custa individualmente. E o pior: o prejuízo vem logo na saúde.

Então quais são os sinais que precisamos verificar quando nos sentimos exaustos, sobrecarregados e improdutivos? Decidi listar seis pontos vitais do local de trabalho que podemos verificar para estabelecer uma linha de base de saúde:

1. Sono: você está descansando o suficiente?

Nada contribui tanto para o estresse e para matar a nossa produtividade quanto poupar nosso sono – principalmente quando isso se torna um hábito. O sono nos restaura mental, emocional e fisicamente. Quando ficamos dispersos pela tarde ou simplesmente não conseguimos manter o foco, devemos checar quanto dormimos na noite anterior e encontrar soluções para contornar isso. Se a política da sua empresa permite, cogite tirar uma soneca rápida após o almoço, por exemplo. Ao contrário do que você deve estar pensando, a soneca não fará você perder tempo: 30 minutos descansando podem se converter em mais horas de produtividade e ânimo para o resto do dia. Caso esse não seja o seu caso, que tal estipular um horário máximo para se desligar do celular e de todas as telas que emitem luz azul e dormir mais cedo?

* Para mais dicas sobre como dormir melhor, dá uma olhada nessa entrevista que fiz com o Dr. Jefferson Soares, médico Neurologista e Neurofisiologista: Clique aqui

2. Dieta: Você está comendo alimentos nutritivos?

Se não é pelo sono, para a maioria de nós aquela preguicinha no meio da tarde é causada pelo excesso de carboidrato/açúcar no sangue. Comer os tipos certos de alimentos nos ajuda a manter os níveis de energia durante todo o dia. Experimente! Se achar necessário, consulte um nutricionista ou nutrólogo para auxiliar você. Os ganhos serão enormes!!!

3. Exercício: você está ativo?

Quando estamos estressados e pressionados pelo tempo, muitas vezes acabamos sacrificando o exercício. Mas isso é um jogo de soma zero. O melhor caminho é expandir nossa energia e descansar o psicológico para que possamos fazer mais com o tempo que temos. E o exercício é um componente chave disso! Então que tal voltar (ou enfim começar) a se exercitar? Minha dica: Fuja das “modinhas” e procure uma atividade que você goste. Isso faz toda a diferença!

4. Prioridades: Você sabe com clareza o que é mais importante?

Quando nossas prioridades não estão claras, gastamos nossa energia em tarefas inúteis. Estabelecer prioridades conserva nossa energia e libera nosso tempo para os projetos que realmente trarão resultados, deixando a procrastinação de lado. É impossível progredir em projetos importantes e prioritários quando nossos calendários estão cheios de reuniões e tarefas que são circunstanciais. Então se você não sabe suas prioridades, para tudo e repensa agora mesmo!

*Para ajudar, deixo aqui o meu vídeo “Como definir prioridades e metas?”

5. Interrupções: Você tem sistemas para filtrar distrações?

E-mails, ligações, telefonemas, redes sociais… Se não encontrarmos alguma maneira de manter todas essas interrupções à distância, será impossível se concentrar no que importa. Afinal, enquanto damos atenção a todas essas distrações, o trabalho continua aumentando e a sensação de estar sendo engolido pelas tarefas fica cada vez mais difícil de ser contornada. Uma alternativa é silenciar o celular para notificações e estabelecer horários/períodos para abrir o e-mail e as redes sociais (e claro: cumpri-los).

6. Multitarefa: você está tentando fazer várias coisas ao mesmo tempo?

Um dos grandes vilões da gestão de tempo é a tentativa de se fazer muitas coisas ao mesmo tempo! A multitarefa nos leva a desperdiçar atenção e eficiência na alternância entre várias tarefas. E isso drena nossos recursos mentais e nos desacelera. Sugiro que você liste em um papel ou ferramenta tudo o que tem para fazer no dia e determine a ordem de fazê-lo. Você vai ver como isso ajuda! Aqui na empresa nós usamos o Neotriad, mas você deve buscar a maneira que melhor se encaixe às suas necessidades.

Acho que depois de todas essas dicas, ficou claro que se você está se sentindo mal, a pior coisa a fazer é seguir em frente como se nada estivesse errado. Os sintomas são bandeiras vermelhas que nos alertam para que possamos consertar o que está errado. E essa verdade vale para o trabalho também.

Se nos sentimos exaustos, sobrecarregados e improdutivos, a pior coisa que podemos fazer é seguir em frente e ficar empurrando o problema com a barriga. Isso não vai ajudar em nada! Mas se verificarmos os sinais vitais do nosso local de trabalho, podemos ver o que está errado, fazer ajustes e voltar a ficar de pé. Afinal, nunca é tarde para começar.

porWemerson Marinho

5 passos para ter um ambiente de trabalho organizado

Recentemente, recebemos o depoimento de um seguidor que nos relatou a seguinte história:

“Há alguns anos eu trabalhei em uma agência como gerente de mídia. A parte do trabalho que eu mais gostava era o contato direto com nossa equipe e com os clientes, mas infelizmente isso era apenas cerca de 10% do que eu realmente conseguia fazer.

A maior parte do tempo eu gastava tentando organizar o fluxo constante de coisas, fosse mantendo o controle das anotações da reunião, procurando por arquivos e papeis ou, ainda, tentando me manter atualizado com as últimas notícias. E apesar de estar mentalmente exausto e estressado, eu terminava o dia sentindo que não tinha conseguido concluir nada.

Assim que saí da assessoria e comecei a trabalhar em outro lugar, decidi que eu precisava mudar a maneira de lidar com a organização na minha vida. E antes de tudo, comecei pela organização do ambiente.

Estrategicamente limpei meu escritório com o único objetivo de atingir o foco máximo. Passei duas horas do meu dia organizando tudo e o resultado foi um ambiente de trabalho sereno e livre da distração sutil que o caos introduzia. Foi quando me dei conta de que, definitivamente, a desordem física influencia diretamente a maneira com que trabalhamos”.

O relato só reafirma o que sempre falamos sobre a importância da organização: não há dúvidas de que se você é muito desorganizado, tudo ao seu redor compete por sua atenção e dificulta o trabalho. De acordo com uma pesquisa realizada pela National Association of Professional Organizations (NAPO) a aglomeração de papel é o problema número 1 para a maioria das empresas: um executivo comum desperdiça em média 4 horas por semana em busca de documentos. Além disso, também perde-se cerca de uma hora de produtividade por dia procurando informações perdidas. Isso, claramente, aumenta o estresse e a frustração no local de trabalho, reduzindo a concentração, o foco e o pensamento criativo.

Por isso, aqui estão 5 passos para você organizar seu espaço de trabalho e se organizar:

1 – Reserve tempo para eliminar a bagunça.

O que é agendado é feito, então coloque essa tarefa no seu planejamento e calendário. Eu sugiro que você separe entre duas e três horas de limpeza para conseguir deixar tudo da forma mais organizada possível.

2 – Coloque todos os seus itens no centro da sala.

Eu sei o que você está pensando, mas é isso mesmo! Lembre-se que primeiro é preciso a desordem para poder se instalar a ordem. Eu aprendi esta técnica no livro “A mágica da arrumação”, da Marie Kondo, e é realmente o melhor lugar para começar. Tire tudo dos armários e gaveta e vá colocando em um lugar onde você possa ver. Neste primeiro momento não tente ordenar ou organizar. Simplesmente junte tudo.

3 – Divida tudo em categorias.

Examine bem a pilha de coisas que você aglomerou e anote as possíveis categorias presentes. Essa lista pode incluir tópicos como áudio, computador, fotografia, material de escritório, diversos, objetos pessoais e assim por diante.

4 – Decida para onde vai cada coisa.

Agora chegou o momento de definir como você vai organizar tudo, de modo que isso facilite o seu dia a dia. Eu sugiro que um sistema de organização de cinco zonas:

  • Zona 1 – Os itens que você usa diariamente.
    Nela estarão as coisas que você usa o tempo todo, portanto elas devem estar mais próximas de você. Para mim, a maioria dos itens da Zona 1 está na mesa. Lembre-se que você deve ter o mínimo possível nesta zona. Apenas o necessário! Meus exemplos incluem: canetas, calendário, bloco de anotações, computador, teclado, mouse e meus óculos.
  • Zona 2 – Os itens que você usa com frequência.
    Estes devem estar ao seu alcance ou a apenas um passo de distância, mas não na sua mesa. Talvez eles estejam em gavetas ou armários muito próximos. Meus exemplos incluem: livros que consulto para escrever, lenços de papel, tesouras e grampeador.
  • Zona 3 – Os itens que você usa ocasionalmente.
    Estes devem estar o mais próximo possível, geralmente a apenas alguns passos da sua mesa. Talvez eles estejam em um armário, arquivo ou algum outro armazenamento local. Meus exemplos incluem: equipamento de áudio, equipamento de vídeo e cabos de computador.
  • Zona 4 – Os itens que você usa raramente – ou que não cabem no seu espaço de trabalho.
    Estes podem ser itens que você coloca dentro de um armário de armazenamento de algum tipo. Meus exemplos incluem: material de escritório extra, equipamentos de iluminação e equipamento fotográfico grande.
  • Zona 5 – Os itens que você nunca usa.
    Você está se prendendo a itens que simplesmente não usa? Então neste momento eu te encorajo a desapegar de tudo que não usou e nem precisou nos últimos 12 meses ou mais. Livre-se deles! Você tem três opções: destruí-las, doá-las ou vendê-las. E se puder dar um conselho, eu opto sempre em doar. Aquilo que para nós já não serve e nem faz sentido, pode ser essencial para alguém.
5 – Por fim, coloque cada item para onde ele vai.

Agora chegou o momento de levar cada coisa para as respectivas zonas que você determinou. Eu costumo usar organizadores para ter certeza de que os itens não irão se misturar ou ficar bagunçado na gaveta ou no armário. O objetivo é poder entrar em seu espaço de trabalho todos os dias com foco.

 
Depois de arrumado, quero que você comece a perceber as diferenças no seu dia a dia. Comigo elas foram imensas! Um ambiente sereno e organizado garante que seu cérebro não seja distraído pelas coisas; em vez disso, ele vê apenas as tarefas de alta alavancagem em mãos. Reduzir o ruído das coisas ao seu redor para que possa se concentrar no seu trabalho e ter mais tempo para as coisas importantes só vai lhe trazer benefícios, eu garanto! Afinal, lembre-se sempre: A desordem é algo que devemos eliminar se quisermos experimentar a liberdade que vem da produtividade.

* E para saber um pouco mais sobre o quanto a organização impacta no seu tempo, aproveita para assistir a este vídeo: https://youtu.be/cMCkIbyRHU8

porWemerson Marinho

Produtividade da Mulher x Cólicas Menstruais

Muito se fala sobre produtividade da mulher no ambiente de trabalho. Neste universo, inúmeros tópicos sempre estão em pauta: vida familiar, filhos, divisão de tarefas, dupla jornada de trabalho. Mas pouco se fala de algo inerente à mulher e que, portanto, não se trata de escolha ou opção. Ela está lá, queira ou não, quase todos os meses. A cólica menstrual.

E ainda que o assunto seja pouco comentado ou levado em consideração pelas empresas no Brasil, mais do que causar desconforto, a cólica menstrual afeta diretamente a produtividade das mulheres no ambiente de trabalho.
De acordo com o Estudo DISAB (Dismenorréia & Absenteísmo no Brasil), desenvolvido por ginecologistas e publicado na Revista Brasileira de Medicina, a cólica menstrual diminui em até 67% a capacidade de produção no trabalho profissional e na realização das atividades diárias entre as mulheres brasileiras. Isso significa que se em um dia normal uma mulher produz 50 relatórios em sua jornada de trabalho, em um dia com cólicas menstruais este número pode diminuir para até 17. Afinal, o tempo que deveria ser dedicado integralmente a uma atividade, muitas vezes acaba se dividindo com o desconforto e a tentativa de aliviar a dor.

Os números revelam ainda que, mais do que na mulher, o período acaba doendo também no bolso do empresário. Já que, segundo o estudo, a perda de produtividade por funcionária ocasionada pela cólica tem custo médio de aproximadamente um mês de trabalho por ano.

Obviamente nem todas as mulheres sofrem com o problema e nem todas que sofrem precisam mudar sua agenda por conta das dores, mas os números deixam claro a importância de se olhar com outros olhos para essa questão. Um olhar mais humano. Afinal, quando falamos em ambiente de trabalho, o que afeta um indivíduo, direta ou indiretamente acaba afetando toda a equipe.

Deste modo, essa questão que tanto interfere na qualidade de vida das mulheres deveria ser levada em conta pelos gestores. Pois, muito além do aumento de produtividade e consequente economia dos custos indiretos, é necessário zelar pela garantia do bem estar de seus funcionários, considerando sempre seus limites físicos.

 Frequência de sintomas associados à cólica no período menstrual.

* Salário mensal – R$ 450,00 / Remuneração hora – R$ 3,14.

porWemerson Marinho

Engajar x Motivar: Você sabe a diferença?

“Precisamos motivar mais os funcionários “. O gestor que nunca soltou essa frase que atire a primeira pedra!

Depois dessa “constatação”, seguem-se aquelas táticas que todos já conhecemos: contratar práticas com o intuito de levar ânimo aos funcionários. Práticas que podem variar desde inserir atividades físicas dentro da empresa ou até mesmo levar técnicas de meditação aos funcionários. E ainda que tudo isso possa trazer mais bem estar a todos, o objetivo principal não vai ser atingido por um simples motivo: esses funcionários não precisam ser motivados. Eles precisam ser ENGAJADOS. E é aí que mora o primeiro problema: muitos gestores confundem engajamento com motivação.

O primeiro passo é entender que motivação é algo individual, que vem de dentro. O que me motiva a levantar cedo todos os dias para ir trabalhar? O que me motiva a continuar nesse emprego? São razões pessoais. E exatamente por isso, tentar motivar alguém seria em vão. O que um bom líder ou gestor pode (e deve) fazer é dar recursos e ferramentas para ENGAJAR seu pessoal.

O engajamento, ao contrário da motivação, envolve coletividade. Para entender melhor, podemos dizer que engajamento é tudo aquilo que leva as pessoas a alcançarem um objetivo comum à organização ou ao meio ao qual estão reunidas. É algo que faz com que as pessoas alinhem seus interesses e metas com os da empresa e busquem juntas soluções comuns. Quando há engajamento, cada indivíduo entende que é a pequena parte de uma engrenagem e que ela só funciona se todos estiverem, literalmente, no mesmo time.

Agora você consegue enxergar a diferença?

Se até aqui você também se confundia, não se preocupe! Infelizmente essa ainda é uma realidade na maioria das empresas. Uma pesquisa realizada pela Gallup aponta que apenas 1/3 das pessoas estão altamente engajadas dentro da corporação em que trabalham. Os outros dois terços são pessoas ativamente desengajadas. Os dados apenas comprovam que tem muito mais funcionário do tipo que torce para chegar sexta-feira e reza para não chegar segunda-feira do que funcionário que consegue ver uma razão para fazer o que faz e estar onde está.

Mas como engajar seu time?

No livro “Drive”, de Daniel H Pink, o autor defende que são três os elementos que aumentam o engajamento das pessoas. E eu compartilho aqui com vocês:

– AUTONOMIA
O tempo você já tem, o que precisa é enxergar a possibilidade de dirigir (drive!) as suas tarefas, metas, trabalho… a sua vida! Como gestor, fazer o seu time entender que cada um tem sua autonomia para trabalhar dentro de suas tarefas e que, no final, o resultado será um só ajuda bastante a gerar engajamento. Afinal, ele vai começar a enxergar que o trabalho dele não é apenas o dele, mas uma parte de algo maior.

– EXCELÊNCIA
Aqui entra a vontade e a busca em ser sempre um pouco melhor do que se foi ontem. Fazer a diferença para o seu time, fazer com que a equipe busque excelência na sua execução diária será o seu desafio daqui para frente. Afinal, ser gestor é isso!!! TODOS têm talentos, mas às vezes alguns são ofuscados até mesmo por você, líder, que não consegue enxergar isso. Já pensou nisso?

– PROPÓSITO
Tente executar as tarefas sempre em nome de algo maior. E não se esqueça de passar isso à equipe também! Quando delegar alguma tarefa aos seus funcionários, procure deixar claro qual o real propósito daquela tarefa. Consegue perceber a diferença entre dizer “esta semana você precisa fechar com cinco clientes” e “esta semana, se conseguirmos fechar com cinco clientes, vamos superar a meta mensal e os bônus para vocês serão maiores”? Na próxima vez, tente fazer esse exercício. Qualquer um de nós trabalha muito melhor quando tem um propósito.

porWemerson Marinho

Não estabeleça Metas de Crescimento sem pensar cuidadosamente no Cronograma

Você provavelmente já as viu antes: essas planilhas de projetos em que a receita do ano 2 é receita do ano 1 mais 10%, e assim por diante.

Essas projeções raramente são precisas, porque reduzem o mundo a modelos lineares, quando na realidade o processo de crescimento é não-linear e , às vezes, até mesmo exponencial.

Então ao invés de presumir que o crescimento aconteça imediatamente, e em um ritmo constante, pense nos momentos prováveis ​​em que as receitas serão realizadas. Qual é o tempo de atraso realista entre iniciar o seu projeto de crescimento e colher as recompensas dele?

Concentre-se em três insumos: o objetivo de receita para o investimento no estado estacionário; a receita assumida no primeiro ano; e o ponto de inflexão, que é o tempo necessário para alcançar 50% do objetivo de receita.

Projeções de receita irrealistas podem levar a problemas de carreira. Então tome muito tempo para fazer um pensamento inteligente de antemão.

Fonte: Harvard Business Review
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